Memes nas Aulas de História

15 de Junho de 2022

“Meme” vem do grego que significa “imitação”. No mundo da Internet, refere-se à
disseminação rápida e massiva de uma informação (vídeo, imagem, frase, música) entre os
usuários das mídias sociais. O humor e a crítica são os principais vieses desta linguagem.
Estudos recentes nas áreas da educação apresentam o potencial dos memes como
recurso didático em qualquer disciplina. Muito presente no dia a dia dos nossos alunos, é
impossível não trazermos essa ferramenta das redes sociais para a sala de aula.


Nas aulas de História, após estudarmos o tema “Expansão Marítima”, a turma do 7º
ano realizou duas atividades: a primeira consistiu na produção individual de um meme
acerca do tema em casa. Previamente, em sala de aula, discutimos o conceito desta
linguagem e foram sugeridos subtemas do conteúdo para elaboração de um rascunho. Ao
criar seu próprio meme, cada aluno traz seu conhecimento da vida prática no processo de
ensino-aprendizagem, apropriando-se do pensamento crítico e aumentando sua confiança
de expor suas ideias.


Na segunda e última etapa da atividade, os memes foram apresentados à turma e
foi aberta a discussão da análise da produção dos colegas, buscando entender a crítica e o
humor de cada imagem e texto. A seguir, confira algumas produções da nossa turma:

Profª. Carina Martins Nascimento

CRIANÇAS CURIOSAS…

2 de Maio de 2022

A curiosidade pertence ao ser humano desde o nascimento. Observamos essa característica com mais atenção aos bebês e crianças, mas não significa que quando crescemos isso acaba. Ao longo de toda a caminhada escolar, mediamos situações de experiências e de escuta para aflorar ainda mais a curiosidade das crianças.

 Uma criança pode fazer em média 73 perguntas por dia!

Podemos, como adultos, aproveitar essa oportunidade para incentivar a busca de seus questionamentos. Como? Simples, a partir do momento em que existe uma dúvida, uma curiosidade a sua solução vem através da pesquisa.

Uma criança curiosa está disposta a buscar a solução, para que internamente aquele conflito entre “por que isso é assim?” seja respondido e solucionado (ou não).

 Aqui, no Colégio Interativo com a turma do G5 realizamos uma experiência com saco plástico, lápis de cor e água que consistia em: conseguir furar o saco plástico com água, mas não deixar a água vazar.  

 Antes de iniciar a experiência, conversamos sobre o que achavam que poderia acontecer. Alguns comentários foram:
“Eu acho que vai dar errado, a água vai sair pelo furo”
“Vai dar errado porque o lápis tem ponta”


Durante todo o momento, surgia mais curiosidades sobre como aquilo seria possível. A troca entre as próprias crianças gerava mais interesse e também as soluções.

Ao realizar a 1º tentativa, a água vazou e as crianças começaram a levantar hipótese sobre o por que vazou e como poderíamos fazer diferente para que funcionasse na 2° tentativa.

 “Eu acho que é porque o lápis está com a ponta muito fina”
 “Eu acho que é porque está com a mão embaixo do saco, tem que ser solto”


Na 2° tentativa, ao passar o 1° lápis a água não vazou, e as crianças foram à loucura, felizes por verem que deu certo.

No final, ao conversarmos sobre a experiência, a curiosidade maior foi pelo 1° momento, onde a água vazou, pois naquela situação havia mais possibilidade do “por quê”, podendo refletir sobre o que aconteceu de diferente onde deu certo e errado no furo do saco plástico.

Manter a curiosidade viva nas crianças é o caminho para momentos de pesquisa, investigação e experiência com prazer e naturalidade. E essas atitudes construirão momentos de estudos com mais significado.

 A criança curiosa de hoje é o adulto pesquisador do amanhã!

Profª Vanessa Aquino – Educação Infantil.

Projeto de vida (OPEE) e as emoções – 2ºano

26 de Abril de 2022

Os processos emocionais acontecem o tempo todo dentro de nós. Uma emoção é o produto de uma informação (estímulo) percebida pelos sentidos e representada mentalmente.

No decorrer das aulas de OPEE as crianças têm dado bastante importância aos seus sentimentos, a empatia, o autoconhecimento e o reconhecimento das próprias emoções e de como lidar com elas são parte do cotidiano da escola.

Através de nossas rodas, as crianças são convidadas a expressarem o que estão sentindo iniciando a aula e no término também. Com a leitura do livro O monstro das cores – de Anna Lenas, eles fizeram um desenho com as emoções todas bagunçadas, e assim conseguimos juntos separar por cores as emoções e assimilar cada sentimento. No emociometro que confeccionamos eles identificam e aprendem a expressarem ALEGRIA, TRISTEZA, CALMA, MEDO, RAIVA e AMOR.

A apostila vem sugerindo dicas de livros, como o Emocionário – um dicionário das emoções, a leitura desse livro também foi estimulante para as crianças como mais uma forma de interpretar e identificar outros sentimentos. Tivemos atividades de autoconhecimento, paramos para contemplar registros dos sentimentos, quando estavam felizes, tristes, com raiva e até com medo. Em casa com a ajuda de um adulto fizeram uma lista de angústias, e em sala pudemos abordar esse tema e as crianças vivenciaram a experiência de dissolver essa emoção, assoprando todas as angústias e coisas que os deixavam tristes. Algumas crianças choraram, colocaram para fora tudo o que causava incomodo, medo e coisas que já o deixaram chateados. Em seguida fizeram uma grande tempestade com tinta desse sentimento e depois descontaram toda raiva perfurando o papel. Tivemos vários relatos de que estavam se sentindo melhores e mais leves, alguns precisaram de um pouco mais de consolo, mas foi uma dinâmica bem acolhida e cheia de reflexões.

Assistimos o filme Divertidamente – uma animação que aborda o tema da inteligência emocional de forma simples e didática. As crianças puderam expressar o sentimento que mais gostariam de ter e levar pra sempre juntinho deles, mesmo sabendo que precisamos lidar com todos. Está sendo maravilhoso mediar essa metodologia e aprender junto com eles.

Esse trabalho não para por aqui, temos muitas emoções a trabalhar, ajude-nos nessa missão.

Professora, Fabiana.

A participação feminina nos esportes.

4 de Abril de 2022

O mês de março é marcado por uma data muito importante, o dia da mulher, pensando no âmbito dos esportes, existe uma temática pouco questionada, porém muito relevante, que é a participação feminina nos esportes. Durante esse mês, em algumas aulas de educação física, pesquisamos e discutimos sobre esse assunto. 

No decorrer das aulas, os alunos descobriram que a participação feminina não esteve presente desde o início dos jogos, somente após muito empenho por parte de algumas mulheres, a presença foi permitida, inicialmente apenas como telespectadoras, e após um determinado tempo, como atletas, porém ainda com restrição nas modalidades.

Durante o processo da atividade, construímos cartazes para expor pelo colégio, as principais questões sobre a presença das mulheres no mundo esportivo, tais como: o início, suas dificuldades, como foi o processo para chegar ao cenário atual, as mulheres que se destacaram e se destacam e curiosidades sobre o ponto em questão.

Ao finalizarmos em uma roda de conversa, todos puderam expor suas considerações e principalmente, compreender que todas são capazes, necessitamos mudar o olhar em relação a participação feminina nos esportes e que eles estão prontos para promover a mudança que nossa sociedade carece.

Professora Natália. 

A importância dos Projetos de Linguagem para alfabetização e letramento.

28 de Março de 2022

Alfabetização e letramento são termos derivados de palavras que escutamos no início do processo de alfabetização. Letra e Alfabeto. Na prática e teoria pedagógica o letramento e alfabetização são indissociáveis; são palavras derivadas e familiares; até certo ponto. Segundo Magda Soares; “alfabetização é a ação de ensinar e tornar o indivíduo capaz de ler e escrever” é o ensino das habilidades de codificação e decodificação. Enquanto que o termo letramento tem sido utilizado atualmente por alguns estudiosos para designar o processo de desenvolvimento das habilidades de leitura e de escrita nas práticas sociais e profissionais.

Segundo Emília Ferreiro o educador tem a oportunidade de utilizar-se de meios comuns e simples a fim de alfabetizar como, por exemplo: explorar a leitura e a escrita naturalmente, deixando o discente expressar o que conhece a respeito desse sistema gráfico. Como por exemplo, trabalhar com projetos de linguagem, para que desde pequenos compreendam o sistema de leitura e escrita e sua importância para o convívio social.

Partindo desse princípio nosso colégio acredita que trabalhar com projetos promove o aprendizado consistente e mútuo, pois ajuda as crianças a desenvolverem habilidades cognitivas ao longo do processo de aprendizagem propiciado pelos projetos, criando autonomia na escrita e interpretação. Os desafios durante o decorrer do projeto contribuem para formação de novas estratégias de raciocínio com as atividades individuais, em duplas ou grupos maiores, para elaboração de textos, estimulando a criatividade, despertando saberes e habilidades.

No 3° Ano trabalhamos no primeiro projeto de linguagem “Indicações literárias”, nesse projeto conhecemos um pouco como surgiram os contos, e escolhemos histórias do escritor Hans Christian Andersen para conhecermos e revisitarmos, já que elas fazem parte da nossa vida desde de que somos muito pequenos (Soldadinho de chumbo, Pequena sereia, As roupas novas do Imperador e muito mais).

O objetivo final será a escrita da “indicação literária” do conto escolhido pelas crianças, mas como sempre é no caminho durante o projeto que a mágica acontece. Durante esse período, conhecemos novas palavras, novas histórias, ajustamos nossa ortografia, aprimoramos nossa leitura, observamos os detalhes da história a fim de compreendê-la melhor, entendemos que a maioria dos contos acontecem de forma cronológica.

Com todos esses conhecimentos compreendemos que uma indicação literária é um gênero textual de suma importância para sociedade escrita, pois através dela que conquistamos e convencemos os leitores a se aventurar em uma nova leitura.

Observem um pouco do que estamos fazendo por aqui.

                                                            Professora Vânia do 3° Ano de 2022.

A MAGIA DA LEITURA E SEUS DESAFIOS DE REFLEXÃO- 9ºano

14 de Março de 2022

O contato com os livros consiste em proporcionar aos alunos condições para que eles se sintam estimulados a ler e a adquirir o hábito de leitura descobrindo um mundo novo de conhecimentos e de informações.

É evidente que o hábito de ler é determinante para a formação do ser humano na fase infantil e juvenil, para que seja um adulto feliz, crítico e reflexivo.

A obra literária é resultado das relações dinâmicas entre escritor, público e sociedade, porque através de suas obras o artista transmite seus sentimentos e ideias do mundo, levando seu leitor à reflexão e até mesmo à mudança de posição perante a realidade, auxiliando no processo de transformação social.

Para melhor compreensão desse processo a turma do 9º ano/2022 está diariamente em contato com o livro “O Fio das Missangas” do escritor moçambicano Mia Couto.

O Livro contém vinte e nove contos curtos unidos como missangas em redor de um fio, tecido pelo talento de um grande fabricador de ilusões. Com histórias de desencontros, de incompreensões, de vidas incompletas e de sonhos não realizados, Mia Couto condensa as infinitas vidas que podem se abrigar em cada ser humano.

O objetivo principal desta dinâmica diária é demonstrar aos alunos a magia da leitura e as descobertas em que ela implica, abrindo-lhe as portas para um novo mundo cheio de conhecimento e possibilidades e para que eles adquiram as habilidades necessárias para trilhar seus próprios caminhos e serem donos de seus destinos.

A magia da leitura incide também no aprendizado em si quando o estudante constrói suas significações e associa o conhecimento com a sua vida e seus sentimentos.

(Professora Cosma Angélica Cavalcante – Português/Espanhol)

O aluno protagonista nas novas metodologias.

4 de Março de 2022

Com as experiências dos anos anteriores, durante a pandemia, com o ambiente virtual de aprendizagem, reforçou-se a importância da tecnologia e do aluno protagonista no dia a dia escolar. Assim, estimulando cada vez mais que os alunos agreguem ativamente nas aulas com pesquisas, debates, exposição de ideias e criando outras novas oportunidades de aprendizagem, buscamos incluir novos formatos de aulas. Pensando em incentivar a participação de cada aluno e possibilitar diferentes olhares para os conteúdos se fez necessário ampliar e enfatizar o uso das metodologias ativas

O principal objetivo dessas metodologias é colocar os alunos como principal responsável pela sua aprendizagem com reflexões críticas, proporcionando inovações nas práticas pedagógicas, fazendo do professor um facilitador/mediador do conhecimento, que deixa de ser a única fonte de informações, buscando despertar a curiosidade do aluno e extraindo o potencial do mesmo.

A partir dos conhecimentos e experiências prévias dos alunos, oferece-se novas ferramentas para novos questionamentos, levantamentos de hipóteses e validação das informações já existentes. As metodologias mais utilizadas por nós são:

A sala de aula invertida 

O que normalmente os alunos realizariam na sala de aula é realizado em casa, o aluno tem o compromisso de fazer a leitura de conteúdos e assistir vídeos explicativos, e o que seria executado em casa, passa a ser feito na escola, como a discussão do conteúdo e realização de atividades. Também compete aos alunos a apresentação de alguns conteúdos do qual já possuem conhecimento.

Durante uma aula de história do 5° ano, os alunos tiveram a proposta de assistirem dois vídeos em casa e realizarem mapas mentais com os conteúdos vistos em aula e nos vídeos. Em aula, eles criaram um grande mapa mental coletivo na lousa explicando uns aos outros o que haviam entendido e deixando seu registro conforme imagens abaixo.

Rotação por estação 

Os alunos possuem cerca de três ou quatro atividades em sala, essas tarefas podem ter abordagens diferentes ou complementares. Os alunos passam por todas as atividades (estações) obtendo diferentes tipos de instruções e práticas. O ser humano é dinâmico e as crianças funcionam melhor quando podem experimentar diferentes formas de obter a informação, conhecendo suas opções de aprendizagem.

Em uma aula de ciências, os alunos do 5° ano foram divididos em grupos e colocados em situações diferentes de aprendizagem sobre o corpo humano. A proposta trouxe a turma uma experiência a partir dos conhecimentos prévios sem a leitura antecipada da apostila, para que pudessem debater seus conhecimentos, levantar hipóteses e poderem pesquisar sobre aquilo que não conheciam. Em cada estação (proposta de atividade) os alunos tiveram contato com materiais diferentes, em uma havia um boneco com o sistema esquelético e alguns órgãos dentro do corpo, em outra, os alunos observaram um livro com as partes e sistemas separados, em outra, assistiram um vídeo explicando sobre o processo digestivo e em outra atividade, os alunos nomearam os órgãos dispostos no corpo humano. 

Essas propostas de aula trazem uma nova dinâmica, colocando o aluno no centro de seu aprendizado, proporcionando maior autonomia em busca de novos conhecimentos.

3 DICAS PARA GERAR INTERESSE NAS CRIANÇAS POR CIÊNCIAS

21 de Fevereiro de 2022

A Ciência está em tudo o que nos cerca: No ar que respiramos, nos batimentos cardíacos, nos prédios que construímos etc., por isso podemos aprender ciências em um parque, em um museu, em um jogo de futebol e em qualquer outro lugar, não se limitando apenas a escola. Pensando nisso separei três dicas que podem ajudar a gerar mais interesse pelas ciências.

1 Visite Museus e espaços culturais relacionados a Ciência.

Museus podem garantir muita diversão em família e muito aprendizado. Esses ambientes proporcionam atividades interativas e de experimentação que tem poder de gerar empolgação e despertam a criatividade e a curiosidade.

Minhas sugestões são:

– Museu catavento: Um museu totalmente dedicado a Ciência que é dividido em 4 ambientes: Universo (astronomia) , Vida (biologia) , Engenho(Física), Sociedade(Geografia/história). Vá preparado para participar de muitos experimentos.

– Museu do inseto: Um museu focado exclusivamente em insetos, principalmente em exemplares vivos. Aos medrosos, um aviso: tem baratas vivas (e pode pegá-las nas mãos).

2. Presenteie com livros e brinquedos científicos

Além de despertar o interesse pela ciência, livros e brinquedos podem despertar a curiosidade dos pequenos por diversos assuntos, dúvidas essas que podem ser o início de um novo aprendizado.

Minhas sugestões são:

– Livro: Dinossauros do Brasil Luisa Massarani

– Livro: Genética e DNA em quadrinhos – EDGARD BLUCHER

– Show de experimento: Ciência e Química- Brinquedo educativo

3. Visite Parques

Entrar em contato com a natureza é SEM DÚVIDAS uma das melhores formas de gerar interesse pela ciência. Correr, rolar na grama, pular na lama, se divertir. Tirar um tempo para um piquinique, observar os diferentes tipos de plantas, observar os animais, tudo isso faz com que as crianças se conectem com a natureza e essa conexão por sí só já vale muito.

Minha dica não é um lugar, mas o que fazer:

– Você pode ir em estações diferentes e junto com a criança anotar quais são as diferenças na vegetação, nos animais, no clima.

– Vocês podem fazer um diário com relatos de tudo o que viram, como se fosse um diário de uma expedição.

– Busque por um guia de espécies de plantas e animais da região e procure por esses seres vivos. Toda vez que encontrar algum marque no guia. Também vale pesquisar sobre os hábitos de cada ser vivo para saber onde e quando os encontrar. Tudo pode virar um grande e divertido estudo.

Espero que vocês se divirtam – Professor Leandro.

Rotina do 1° ano – O ingresso das crianças no Ensino Fundamental

11 de Fevereiro de 2022

No início do ano as crianças chegam muito inseguras, pois agora terão novos amigos, uma nova professora e atividades diferentes das que haviam feito na Educação Infantil e as perguntas começam a surgir: “Prô, quando é a prova?”, “Que nota que eu tirei?” ou “Mas eu não sei escrever”, aos poucos as crianças começam a entender que não haverão atividades valendo nota e que está tudo bem, até porque, elas estão no processo de alfabetização. É normal elas se sentirem assim com o que não conhecem, pois algumas vezes até os adultos se sentem desta forma. Estamos sempre fazendo de tudo para que o ambiente seja acolhedor e as crianças se sintam integradas à nova fase de maneira tranquila.

Dentro da nossa rotina realizamos várias atividades, como por exemplo, situações problemas matemáticas que colocam as crianças a refletir diferentes resoluções e formas de se expressar diante delas, além de trabalhar com sequências numéricas do cotidiano como a roda de calendário e jogos matemáticos com objetivo de desenvolver o raciocínio lógico-matemático, desenvolvendo as capacidades de deduzir, relacionar, identificar e representar.

Nesta nova etapa as crianças se deparam com atividades de escrita do próprio nome, tentativas de escrita dos nomes dos colegas, construção de palavras coletivamente, em duplas ou em pequenos grupos, justamente para que elas em suas trocas possam se ajudar nesta fase tão importante.

Em vários momentos elas são convidadas a participarem de várias atividades práticas referentes aos conteúdos, para que compreendam na prática os assuntos estudados com mais significado. E assim o ano é repleto de novidades, aprendizagens e trocas.

Professora Lislie.

O BLOG VOLTOU!

7 de Fevereiro de 2022

O espaço do Blog foi pensado para falarmos de nós, para mostrarmos um pouco de nosso trabalho com as crianças e os jovens, para ajudar as famílias, para que vocês nos ajudem também! Várias cabeças sempre pensam melhor que uma cabeça só.


As narrativas aqui são para animar, para pensar, para avaliar, para reavaliar, para emocionar, para rir, para significar e para ressignificar.


Nossa escola é feita de muitas cabecinhas pensantes, sinto orgulho em dizer que são cabecinhas maravilhosas, que amam o ofício que escolheram para a vida e o fazem com prazer. Todos que por aqui passaram e vão passando, vão deixando suas marcas, seus posicionamentos e aprendemos com todos eles.


Nesses tempos de muitas opiniões, acreditamos muito no diálogo e principalmente quando ele é feito com respeito e cuidado.
Que tenhamos um ano de 2022 muito bom, com muita saúde e respeito!

Sheila Mendes- Direção Pedagógica.