Literatura de Cordel

29 de Novembro de 2019

No mês de outubro, estudamos sobre as manifestações culturais do Brasil e aprofundamos nossos conhecimentos em Cordel.

Os alunos e alunas do 5º ano foram convidados a reescrever histórias conhecidas neste formato, que intercala estrofes com seis versos, sendo desafiados a pensar em rimas apenas para os versos pares.

Aproveitamos o fim de tarde gostoso e ensolarado para ensaiar a nossa apresentação.

Aprendendo a Divisão Rítmica

22 de Novembro de 2019

O objetivo desta atividade é introduzir os alunos do 2º ano o conhecimento da divisão rítmica tanto em sua escrita (forma representativa) quanto à execução. Os alunos puderam compreender de uma forma auditiva e visual a relação do tempo (pulso musical) e a divisão rítmica onde eles exercitaram solfejando o som conforme as figuras representativas relacionando o tamanho da figura com o tempo de execução sonora. Também foi possível fortalecer o conceito da pulsação rítmica que está presente no cotidiano de todos, porem pouco percebido e os alunos conseguiram identificar e a pulsação que estava sendo trabalhada.

Vestimentas Indígenas

19 de Novembro de 2019

Este ano o tema da nossa mostra cultural foi “Diversidade Indígena Brasileira”, a turma do 3º e 4º ano teve a oportunidade de explorar um pouco mais sobre o assunto em diversos aspectos, mas com foco total em suas vestimentas e acessórios.

Por meio de pesquisas e rodas de conversas as crianças puderam discutir e perceber as diferenças de vestimentas, desde o início de suas descobertas até os dias atuais em várias tribos brasileiras. Descobriram também o quanto a pintura corporal (grafismo) tem importância em cada uma delas, exemplo: Pode significar as fases de uma pessoa desde o seu nascimento, cerimônias e rituais, feito com elementos que extraiam da natureza, como o jenipapo ou o carvão para dar a cor mais escura e o urucum para dar a cor avermelhada. Após essas descobertas foi proposto ás crianças criarem seus próprios grafismos (com materiais adaptados para dar a cor na pele).

No dia a dia era comum alguns povos indígenas não usarem vestimentas por viverem em florestas, principalmente os homens que tinham o trabalho de caçar, cobriam somente as partes íntimas com protetores ou tangas. Assim que o Brasil foi colonizado os portugueses deram muitas roupas infectadas para os indígenas e com isso acabaram dizimaram dezenas deles.

As crianças puderam conheceram também a tribo dos Ashaninkas que vive no estado do Acre, eles usam vestimentas em forma de túnicas onde a diferença entre a vestimenta dos homens e das mulheres são, o formato da gola e as listras verticais e horizontais. Mediante a tantas descobertas e aprendizados, as crianças foram organizadas em pequenos grupos para produzirem, algumas vestimentas e acessórios que são utilizados ainda hoje pelos povos indígenas. Elas adoraram  as experiências e puderam perceber a importância de cada detalhe em sua cultura e o quanto devemos ter orgulho desse povo originário.

 

Jogos e Brincadeiras Indígenas

18 de Outubro de 2019

A cultura faz parte da essência dos povos. A turma do baby conheceu um pouco mais da cultura indígena que é tão rica e encantadora. No início, falamos das moradias, comidas, lendas e do nosso foco, as brincadeiras e brinquedos.

Primeiramente, fizemos uma roda de conversa sobre a brincadeira, depois passamos para a prática. Cada brincadeira tem consigo uma dinâmica diferente e todos divertiram se muito.

As brincadeiras escolhidas foram: Gavião e Passarinho, Corrida do Saci, Cabo de Guerra, Arranca Mandioca.

Às vezes, é mais divertido construir o brinquedo do que a brincadeira em si. E nossos pequenos brincaram e confeccionaram petecas, fubeca (bolinha de gude feita de argila), Arco e flecha, bilboquê com casca de coco, zarabatana…

 

Arquitetura Indígena Brasileira na Mostra Cultural

10 de Outubro de 2019

A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2019 como o Ano Internacional das Línguas Indígenas. A ideia é chamar a atenção mundial para o desaparecimento das línguas faladas desses povos. Só no Brasil, pelo menos 190 idiomas estão em risco. Uma das maiores causas desse problema é a perda de territórios dos indígenas e a globalização.

Por esta razão, o tema da Mostra Cultural do nosso Colégio foi “Diversidade Indígena Brasileira”. Além de exaltar as diversas etnias, línguas e culturas nativas do nosso país, o evento foi uma grande reflexão sobre o futuro dos verdadeiros donos do Brasil.

A turma do 8º ano foi responsável por desenvolver uma apresentação sobre a “Arquitetura Indígena Brasileira”. Desde o primeiro trimestre os alunos se preparam através de pesquisas sobre as características das moradias indígenas mais comuns em nosso território, assim como os povos organizam-se em comunidade e, especialmente, a condição atual das habitações e territórios dos nativos no país.

Diversas atividades como debate e produções artísticas em casa e em sala de aula foram desenvolvidas. Agradecemos a todos pela presença!

Confira abaixo fotos de algumas das produções da turma.

Professoras Bárbara e Carina

Simulação de Reunião da ONU nas Aulas de Filosofia e Linguagens

8 de Outubro de 2019

Nas aulas de Filosofia e Linguagens, os alunos do Fundamental II estudaram e debateram diversos temas ao longo do ano. A fim de reforçarmos atividades de desenvolvimento da oratória, cooperação, coletividade e respeito à diversidade de opinião, neste trimestre nossos alunos participaram de uma simulação de reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas, a fim de apresentar medidas para uma solução da crise na Venezuela.

As  Nações Unidas (ONU) é uma instituição internacional formada por 192 países. Fundada após a Segunda Guerra Mundial, seu principal objetivo é manter a paz e segurança mundiais, além de promover melhores padrões de desenvolvimento social e direitos humanos. São órgãos da instituição a Assembleia Geral, o Conselho Econômico e Social, Conselho de Tutela, a Corte Internacional de Justiça, o Secretariado e o Conselho de Segurança.

O Conselho de Segurança da ONU é responsável pela paz e segurança internacionais. Formado por 15 membros, cinco permanentes (Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França e China) que possuem direito a veto, e dez membros não-permanentes eleitos a cada dois anos pela Assembleia Geral, é a única instituição que tem poder decisório, isto é, todos os membros das Nações Unidas devem aceitar e cumprir as decisões do Conselho.

Desde agosto, nas aulas de Filosofia e Linguagens, as turmas foram divididas em grupos que representaram países membros do Conselho de Segurança. O projeto foi elaborado em quatro partes: primeiro, discussão sobre a ONU e seus principais órgãos, com ênfase ao funcionamento e organização do Conselho de Segurança; segundo, os alunos pesquisaram as características gerais dos países membros, suas posições políticas e diplomáticas no cenário internacional e os fatores para a atual situação política, econômica e social da Venezuela; terceiro, elaboração em grupo de discurso sobre como resolver a atual crise da Venezuela; e, por último, a simulação da reunião do Conselho de Segurança da ONU na qual todos os grupos apresentaram seus discursos. Parabéns a todos os alunos envolvidos neste projeto!

Confira abaixo imagens das atividades.

Prof.ª Carina Martins

Medicina Indígena na Mostra Cultural

25 de Setembro de 2019

Está chegando o dia da nossa Mostra Cultural, cujo tema, é tão relevante para todos nós: “A diversidade indígena brasileira”.

Nossos alunos estão trabalhando com muito empenho e dedicação para que toda a dimensão cultural seja captada da melhor forma, compartilhando assim, as ricas experiências vivenciadas em todo o processo de produção.

Neste universo, trabalharemos diversos temas, inclusive a medicina indígena. Será uma excelente oportunidade para entrarmos  em contato com a cultura indígena de nosso país, descobrindo assim parte de suas crenças e costumes.

Participem dessa experiência tão rica culturalmente, aprendendo um pouco mais sobre nossos ancestrais!

Abaixo algumas imagens dos alunos do 7° ano trabalhando em grupo:

Poesia e Fotografia nas aulas sobre a Segunda Guerra Mundial

19 de Setembro de 2019

A relação entre a poesia, a fotografia e a guerra foi discutida durante algumas aulas de História e Língua Portuguesa neste trimestre. Ao analisar poemas da época da Segunda Guerra Mundial – período entre os anos de 1939 a 1945 – os alunos do 9º ano buscaram captar o sentimento do poeta e a vivência daqueles que presenciaram um dos conflitos mais sangrentos da história do século XX.

Em grupos, os alunos leram alguns poemas: “Guerra” e ‘Homens Gloriosos” de Cecília Meireles, “Terra Adubada”, de António Gedeão” e “A Guerra”, de David Mourão-Ferreira. Em equipe, analisaram cada verso e buscaram relacionar ao conteúdo estudado sobre Segunda Guerra Mundial, bem como buscaram entender a experiência pessoal de quem viveu a guerra no campo de batalha ou sofreu as consequências arrasadoras de um conflito de tamanha proporção. Após esta atividade, os alunos confrontaram suas impressões dos poemas com imagens do conflito. Para finalizar, escreveram um pequeno texto. Leia alguns trechos:

“O poema ‘Guerra” faz referência à terceira fase da Segunda Guerra, onde ocorreram grandes avanços na tecnologia de guerra e alto número de mortes por conta dos ataques e bombardeios. Os corpos eram despejados como tábuas sem uso, por isso os rios e oceanos possuíam coloração avermelhada.” (Eloísa Freitas, Gabriela Camargo e Maiara Vollete)

“Sobre a primeira fase da Segunda Guerra, o poema “Homens Gloriosos” aborda o sofrimento dos que lutaram no conflito. Ilustra os momentos de batalha no trecho: ‘pois era um clamor de espadas bravias,/ de espadas enlouquecidas e sem/ relâmpagos… / pegajosas de lodo e sangue denso”. Nas imagens que a professora nos passou, há uma semelhante ao verso do poema em que alemães jogam soldados mortos numa trincheira cheia de lama.” (Amanda Vianna, Geovana Gambaré e Giovanna Dias).

Cada equipe socializou sua produção escrita em sala. Confira a seguir algumas imagens das atividades.

Professoras Angélica e Carina

Língua Portuguesa e História

 

 

Construindo nossa cidade

23 de Agosto de 2019

No dia 12 de agosto, foi realizada uma atividade com enfoque na Língua Inglesa sobre o tema “Minha cidade”. Foi proposto aos alunos do 6º ano que eles construíssem as suas próprias cidades.

A foi sala dividida em três grupos. Cada um deveria ter a proposta de criar um nome para sua cidade e construí-la colocando o nome de cada lugar em inglês.

O objetivo é com que os alunos tenham uma maior familiaridade com os nomes dos lugares da cidade em inglês, e coloquem em prática a sua bagagem cultural, demonstrando quais lugares conhecem  e que constituem uma cidade.

O foco é que os estudantes consigam identificar e nomear estabelecimentos comerciais e públicos e, além disso, compreender informações turísticas e localizações.

Ao final, foi interessante as possibilidades de construção de laços afetivos e convívio social desenvolvido por cada grupo. Os estudantes em conjunto imaginaram uma cidade ideal com os lugares nos quais consideraram importante para interação.

Bruna

Profª de Língua Inglesa

 

A importância de participar das Reuniões de Pais

12 de Agosto de 2019

reunião

Algumas pessoas acham que as reuniões de pais servem apenas para falar de problemas dos filhos e que é uma reunião enfadonha. Mas, na realidade, o intuito da escola é aproximar os pais da equipe escolar e assim, compreender melhor como é a rotina do seu filho na escola, os desafios que ele enfrenta e o que foi planejado para o aprendizado. Desta forma, os pais ficam cientes os de tudo o que acontece e o que acontecerá nos próximos meses.

O envolvimento da família na escola traz muitos benefícios para o desenvolvimento da criança e do adolescente.

A grande maioria dos pais trabalha o dia todo e seus filhos acabam passando mais tempo na escola do que em casa. E na reunião há a possibilidade da troca de experiência para ambos os lados (família e escola), para tirar dúvidas sobre os projetos que seu filho participa e seus objetivos, passeios e eventos que acontecerão.

E em que essa participação contribui?

Quando os pais vêm até a escola, as crianças se sentem valorizadas, ficam felizes em ver os pais participando da vida escolar deles, o que ajuda de maneira positiva na autoestima das crianças.

Outro ponto é entender como funcionam os combinados feitos entre seus filhos e a professora, a evolução do aprendizado para que, quando estiverem em casa, possam ajudar as crianças incentivando e orientando, pois já conhecem a proposta da escola.

Essa proximidade com a escola deixa a comunicação, tanto para os pais quanto para os professores, mais confortáveis para desfazer algum mal entendido. Por isso, a importância a de não guardar o problema para si e sim sempre que houver dúvida procurar a escola para esclarecer.

Hoje contamos com a tecnologia para essa troca de informações, mas o contato pessoal é essencial para estar sempre a par do desenvolvimento de seus filhos.

 

Vivian Henriques

Coordenadora Pedagógica