A importância de participar das Reuniões de Pais

12 de Agosto de 2019

reunião

Algumas pessoas acham que as reuniões de pais servem apenas para falar de problemas dos filhos e que é uma reunião enfadonha. Mas, na realidade, o intuito da escola é aproximar os pais da equipe escolar e assim, compreender melhor como é a rotina do seu filho na escola, os desafios que ele enfrenta e o que foi planejado para o aprendizado. Desta forma, os pais ficam cientes os de tudo o que acontece e o que acontecerá nos próximos meses.

O envolvimento da família na escola traz muitos benefícios para o desenvolvimento da criança e do adolescente.

A grande maioria dos pais trabalha o dia todo e seus filhos acabam passando mais tempo na escola do que em casa. E na reunião há a possibilidade da troca de experiência para ambos os lados (família e escola), para tirar dúvidas sobre os projetos que seu filho participa e seus objetivos, passeios e eventos que acontecerão.

E em que essa participação contribui?

Quando os pais vêm até a escola, as crianças se sentem valorizadas, ficam felizes em ver os pais participando da vida escolar deles, o que ajuda de maneira positiva na autoestima das crianças.

Outro ponto é entender como funcionam os combinados feitos entre seus filhos e a professora, a evolução do aprendizado para que, quando estiverem em casa, possam ajudar as crianças incentivando e orientando, pois já conhecem a proposta da escola.

Essa proximidade com a escola deixa a comunicação, tanto para os pais quanto para os professores, mais confortáveis para desfazer algum mal entendido. Por isso, a importância a de não guardar o problema para si e sim sempre que houver dúvida procurar a escola para esclarecer.

Hoje contamos com a tecnologia para essa troca de informações, mas o contato pessoal é essencial para estar sempre a par do desenvolvimento de seus filhos.

 

Vivian Henriques

Coordenadora Pedagógica

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Férias com André Neves

31 de Julho de 2019

Durante o Curso de Férias, nossos alunos puderam apreciar as obras do escritor e ilustrador André Neves, que nasceu em Recife e mora em Porto Alegre.

André começou a estudar Artes Plásticas em 1995. Desde então, escreve e ilustra suas obras que já foram publicadas por diversas editoras. É um autor reconhecido pelo seu trabalho com histórias que encantam a todos com suas criações e sensibilidade, seja adulto ou criança.

Durante o processo os alunos participaram de diversas atividades como: roda de leitura, oficinas de desenhos, apreciação das características dos livros, fizeram comparações, conheceram o autor através de pesquisa, vídeos e  criaram indicações dos livros que mais  gostaram como: Margarida, que conta a história de uma jovem e encantadora vaca, que é insatisfeita no lugar onde vive e tenta encontrar sua felicidade fora de sua fazenda. No decorrer dessa história, Margarida passa por vários obstáculos e vive uma grande aventura. Outro livro que as crianças adoraram foi Orelhas de Mariposa, que traz pontos de vista  diferentes sobre a qualidade ou defeito que temos de uma forma sutil e divertida.

Cada criança demonstrou  apreço por uma história e transmitiu durante as conversas de indicações seus sentimentos e por fim foi proposto como produto final foi uma exposição para que compartilhassem com os outros colegas gravuras baseadas nas obras de André Neves, o resultado foi lindo e cheio de cor.

 

Assembleias no Fundamental II (6º ao 9º)

5 de Julho de 2019

Este ano nossas assembleias do Fundamenta II foram aplicadas quinzenalmente com cada turma e era divida em uma turma com 6º e 9º anos e a outra turma com 7º e 8º ano, para que os alunos pudessem aproveitar melhor e terem maior tempo para se expressarem e se comunicarem. Precisamos estar abertos a novas ideias e estimular nossos alunos a compartilharem seus medos, angustia e alegrias. E também a oportunidade da vivência entre o que se diz e o que se faz no cotidiano.

O nosso objetivo era colocar em prática questões do dia-a-dia dos alunos, com o intuito de que eles pudessem gerir conflitos e auxiliá-los a terem controle de suas ações. Entretanto, como educadores, colaboramos na construção do aluno como cidadão e ao perceber que para gerir os conflitos externos, era preciso que eles gerissem os conflitos internos, servindo de gatilho na construção do conhecimento próprio e da liberdade de expressão. Abordamos casos complexos como o suicídio, a depressão, a falta de autoconfiança e da dificuldade de valorização de si.

Por essa razão as assembleias de orientação educacional neste primeiro semestre, buscaram oferecer ferramentas valiosas para auxiliar os alunos a criarem suas estruturas mentais, emocionais, sociais e assim favorecer o amadurecimento pessoal de cada um. Discutir de forma saudável, podendo se expressar e ouvindo as opiniões dos outros, fizeram que eles refletissem, repensassem suas opiniões e mudassem de ideias em relação as suas atitudes.

Os alunos puderam escrever uma carta de desabafo, onde colocaram no papel seus maiores conflitos e dúvidas internas, com isso, conseguiram organizar as ideias, compreender as dificuldades e perceber a falta de autoconfiança e baixa autoestima. Percebi que muitos não recebiam elogios dos colegas e que tinham essa preocupação. Então foi realizada uma dinâmica do elogio, na qual, a folha com o nome do aluno passava por todos os colegas que deveriam colocar um elogio ao amigo. Ao final da dinâmica, todos leram os elogios em suas folhas e se sentiram melhores, mais felizes e isso foi nítido nas atividades.

Para que nossos alunos compreendessem que é possível superar as dificuldades e que a maior parte dos conflitos de autoconfiança e autoestima são internos, apresentamos dois vídeos disponíveis no Youtube. O primeiro sobre a trajetória de Michael Phelps (https://www.youtube.com/watch?v=lpr3vYyAV4Q) e o segundo sobre a história de vida de Oprah Winfrey (https://www.youtube.com/watch?v=bM7DMXGyoOE),.

Os vídeos fizeram com que eles repensassem a forma de ver e enfrentar as dificuldades e entenderam que tudo só é possível a partir do momento que se deseja de coração.

Os alunos finalizaram com a montagem de um mural cheio de frases motivacionais e desenhos que ajudaram a mudar o dia de alguém.

Ivy Machado – Orientadora Educacional

Vivian Henriques – Coordenadora Pedagógica

A importância da Dança na Educação Infantil

2 de Julho de 2019

Dançar é bom em qualquer idade!

Mas a dança na Educação Infantil tem um papel fundamental no desenvolvimento da criança, pelas possibilidades de proporcionar uma diversidade de vivências, através de atividades nas quais elas possam descobrir várias formas de se movimentar, construindo conceitos e ideias sobre o movimento e suas ações. Além disso, é um meio favorável, para que as crianças conheçam seu corpo, as suas limitações, enfrentem desafios, interajam com outras pessoas, expressem sentimentos e se comuniquem através da linguagem corporal, desenvolvendo suas capacidades físicas e intelectuais. Fazendo dessa arte um meio de educação para formar pessoas conscientes e críticas.

A dança pensada no contexto da educação deve ser concebida como parte do conhecimento, seja humano, afetivo, cognitivo ou social, apresentando a linguagem corporal como mais uma das formas de representação do conhecimento.

É importante lembrar que a dança não faz distinção de gênero, idade, raça ou classe social. Pessoas de todas as idades podem frequentar as aulas de dança sem medo de ser feliz.

Nossas  aulas de dança (Ballet) tem como base a ludicidade e em possibilidades de movimentos.Entramos no universo das histórias infantis, contos e músicas para abordar os movimentos técnicos , fazendo com que o aprendizado aconteça através de diversas brincadeiras e cantigas infantis.

Além das brincadeiras, contamos com a grande variedade de materiais pedagógicos que causam o encanto das crianças para o aprendizado do Ballet Clássico,ajudam a manter o interesse pela atividade além de ser um facilitador para execução dos movimentos.

O brincar é o que faz uma criança feliz, se tirarmos isso dela o que sobra?

Prof. Esp. Camila Torres

 

 

 

 

 

Dança dos bonecos de palito de sorvete

27 de Junho de 2019

Durante algumas aulas de Educação Física, a turma do quinto ano colocou a criatividade em ação, para construir uma coreografia a partir da criação de bonecos confeccionados com palito de sorvete.

A primeira etapa da atividade consistia em se dividir em grupos e escolher uma música; segunda fase, construir os bonecos de palito de sorvete simulando movimentos e terceira e ultima fase, utilizar os movimentos dos bonecos no ritmo da música escolhida, para criar uma coreografia.

A dança na escola é um ótimo recurso para desenvolver a linguagem corporal, aumenta a sociabilidade e quebra a timidez; com a construção dos bonecos ficou bem mais fácil a participação de todos, pois focavam nos bonecos tentando imaginar como seria aquele movimento se o mesmo pudesse se movimentar.

Foram aulas super divertidas e criativas, todos puderam expor suas ideias, contribuindo assim para o desenvolvimento individual e social.

Abaixo, podemos visualizar algumas fotos que mostram o envolvimento de todos no passo a passo da criação da dança de bonecos.

Professora Natália.

Estudando o relevo brasileiro

17 de Junho de 2019

A importância da geografia e cartografia na vida das pessoas está relacionada à necessidade de reconhecimento do espaço.

Partindo desta necessidade, as crianças do 4°ano analisaram o trajeto de suas casas até a escola, com o foco de perceber as irregularidades da superfície: as ladeiras, as retas e descidas. Após essa analise e troca de informações, percebemos o quanto a superfície terrestre é irregular, denominada então de Relevo.

Eles tiveram a ideia de transformar o mapa da apostila com sua imagem plana em algo que trouxesse mais impacto em relação a cada tipo de relevo através do tato e visual.

Confira nas fotos como ficou fácil de entender as características de cada tipo de relevo brasileiro que são: planície, planalto e depressão.

Debate sobre a ideologia nazista nas aulas de História e Língua Portuguesa

31 de Maio de 2019

Neste trimestre, os alunos do 9º ano vêm estudando sobre o surgimento dos governos autoritários no chamado período entreguerras (1918-1939). Nesta época, governos como o de Benito Mussolini e o de Adolf Hitler ganharam força em seus países de origem e em toda a Europa.

O nazismo, ideologia implementada por Adolf Hitler na Alemanha, foi amplamente debatido nas aulas de História. Os alunos analisaram trechos da obra “Minha Luta” – livro escrito pelo próprio Hitler para defender a teoria de pureza racial na qual os alemães seriam considerados superiores. Os judeus são apresentados no livro como povos inferiores e que, portanto, deveriam ser eliminados.

Para complementarmos a discussão sobre o tema, nossos alunos leram duas obras que abordam a perseguição nazista aos judeus: “O Diário de Anne Frank” e a história em quadrinhos “Maus”. O primeiro livro é o próprio diário de uma menina judia chamada Anne Frank que teve que se esconder com sua família por dois anos num anexo secreto dentro de uma casa, em Amsterdã, na tentativa de fugir da ocupação nazista durante a Segunda Guerra Mundial. Já “Maus” é o relato de sobrevivência do pai de ArtSpiegelman ao Holocausto. A obra é considerada um clássico contemporâneo das histórias em quadrinhos. Ambas as leituras são imperdíveis!

Todos os alunos elaboraram questões sobre as obras e, em sala, debatemos os aspectos literários e históricos dos dois livros. Confira a seguir algumas imagens do dia do debate.

Prof.ª Carina Martins

 

Da teoria à prática

24 de Maio de 2019

Durante seus estudos você já se perguntou: “Porque eu preciso aprender isso?” Ou “para que esse conhecimento poderá ser usado?”

Os alunos do 8° ano foram desafiados a utilizar seus conhecimentos teóricos sobre eletricidade, eletromagnetismo, geradores de energia e etc. Para projetar um produto inovador que fornecesse energia elétrica para uma cidade.

Para apresentar/”vender” o projeto os alunos precisaram criar maquetes, apresentações em slides, panfletos e argumentar sobre prós e contras.

Dentre os projetos estão um de geração de energia a partir da combustão de gases liberados pelo lixo orgânico e um de geração de energia a partir de turbinas conectadas a tubulações de fornecimento de água.

Além de exigir criatividade, atividades como essa mostram aos alunos que o conhecimento teórico pode ser usado para solucionar problemas, gerar renda, empregos e até mudanças sociais.

Parabéns a todos os alunos do 8° Ano pelo empenho, criatividade e pela dedicação.

Professor Léu

A diversidade de práticas nas aulas de Educação Física

17 de Maio de 2019

As aulas de Educação Física vêm passando por mudanças ao longo dos anos, com o intuito das crianças ampliarem os conhecimentos e vivências, sobre práticas menos utilizadas e divulgadas pela mídia. Considerada atualmente como uma forte influência nas práticas a serem desenvolvidas pela sociedade, além disso, a diversidade desperta a curiosidade, contribuindo para o desenvolvimento do senso critico e criatividade.

Durante uma sequência de aulas, a turma do oitavo ano experimentou a prática adaptada da esgrima, desporto pouco divulgado e praticado no entorno e comunidade escolar. Para essa vivência, a espada foi adaptada, confeccionada com papel. Em um primeiro momento, os alunos puderam explorar as espadas sem regras ou movimentos específicos do confronto; logo após, assistiram vídeos de atletas especializados na modalidade em confrontos oficiais e empenharam-se para desenvolver no segundo momento. Porém, o objetivo final não era realizar um confronto com as regras e movimentos oficiais, e sim, com que todos pudessem ter contato com uma nova prática e desenvolver de acordo com suas habilidades.

Desse modo, todos puderam participar sem restrições, desenvolveram novos métodos para o confronto e o principal, aprenderam se divertindo!

Abaixo segue algumas fotos dos nossos momentos com a esgrima.

Professora Natália.

Produção de Vidrofone

3 de Maio de 2019

Os alunos e alunas do sétimo ano viajaram até a Idade Média durante algumas aulas de arte no primeiro trimestre deste ano, a proposta era que percebessem o Período Medieval como um momento de grande efervescência cultural, e assim pudessem fazer a ponte com os tempos atuais e reconhecer as influências da Idade Média nas produções artísticas de algumas figuras contemporâneas, como Ariano Suassuna, por exemplo.

No decorrer de nossos estudos sobre a música na Idade Média, os alunos e alunas ficaram intrigados quando descobriram que as notas musicais usadas hoje em dia surgiram no período Medieval, e por isso decidimos que um aprofundamento seria interessante.

Algumas igrejas medievais abrigavam em seu interior um instrumento musical denominado órgão, composto por tubos de ar, após escutarmos algumas músicas com acompanhamento de órgão, começamos a produção de nosso instrumento, o vidrofone.

Utilizamos algumas garrafas de vidro, água, um funil e um copo medidor, como cada garrafa recebeu um volume distinto de líquido, cada uma delas soou como uma nota musical diferente, nesta etapa é válido utilizar um afinador eletrônico para atingir assim as notas ideais.

Na última etapa da aula, os alunos e alunas experimentaram improvisos musicais individualmente e em grupos, trabalharam a capacidade de expressão e entraram em contato com os conceitos de melodia e harmonia, para então um momento muito valioso e divertido de compartilhamento de descobertas.