Interpretando Imagens

13 de Agosto de 2018

“Para que serve um livro sem figuras nem diálogos?”, perguntou-se Alice, entediada, pouco antes de decidir seguir o Coelho Branco até o País das Maravilhas. Quase cento e cinquenta anos depois (o livro de Lewis Carroll foi publicado pela primeira vez em 1865), e é nosso tema para a Mostra Cultural deste ano.

As imagens continuam centrais para a conquista de jovens leitores – tanto que, ao longo dos últimos anos, elas vêm desempenhando papel cada vez mais relevante nas narrativas infanto-juvenis.

Mediante a isso, hoje nós convidamos nossos alunos do 1° e 2° anos, para uma atividade em que o foco principal era a interpretação da imagem apresentada, gravuras do fabuloso livro: Alice no País das Maravilhas.

Em duplas eles fizeram uma análise sobre: O que a ilustração está nos dizendo sobre a história? Quais os sentimentos estão por trás das dela?

Depois, foram convidados a criarem suas próprias releituras das gravuras apresentadas, o resultado não podia ser melhor! Nossos pequenos deram um show de interpretação, desenho e companheirismo.

 

Abraços,

Professoras Fabiana e Priscila.

Anúncios

O mundo das frações

27 de Junho de 2018

A fração é uma forma de representar uma quantidade a partir de um valor, considerada parte de um inteiro que foi dividido exatamente em partes iguais. Ela pode ser escrita na forma de números e também de desenhos.

As frações estão presentes em nosso dia a dia de uma forma que muitas vezes acaba passando despercebida. Ela é muito útil para facilitar algumas situações como a divisão de uma pizza, a receita de um bolo ou quando ganhamos uma barra de chocolate e queremos dividir com os amigos.

Quando estamos introduzindo o conteúdo das frações, as crianças costumam achar difícil e complicado na hora de representar a figura. Então para deixar a aula mais doce e interessante, realizamos nossa primeira aula de fração no pomar e dividimos três barras de chocolate. De início eles viram a barra inteira, para internalizar que a fração sempre é o inteiro divido em pastes iguais e em seguida ela foi dividida para representar frações distintas. Cada criança deveria representar a fração em seu caderno. Aquela que acertasse a fração ganharia o chocolate.

Foi uma aula muito gostosa e com muito aprendizado. Abaixo vocês verão as fotos dessa aula bem saborosa.

 

Beijos,

Professora Letícia

Esportes Adaptados na Escola

21 de Junho de 2018

Durante algumas de nossas aulas, os alunos do nono ano, puderam descobrir e vivenciar algumas variações de esportes adaptados, que, até então, eran apenas vistos em torneios e campeonatos transmitidos pela televisão.

Estima-se que 10% da população mundial (cerca de 650 milhões de pessoas) tenha alguma deficiência, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Trata-se da “maior minoria do mundo”.

O esporte carrega vários benefícios para a vida de uma pessoa com deficiência em vários aspectos; desde a condição cardiológica à coordenação motora e equilíbrio, além de proporcionar a oportunidade de socialização com pessoas portadoras e não portadoras de deficiências, tem a função de tornar o indivíduo mais independente para a realização de suas atividades diárias, tornando-as mais otimistas e seguras para alcançarem seus objetivos.

Sendo assim, porque não sentir um pouco como eles praticam e quais “dificuldades” enfrentam para realizar atividades que para muitas pessoas são vistas como fáceis e banais? Após a prática, em uma roda de conversa refletimos e vimos o quanto é mais complexo e requer mais habilidades, realizar os esportes adaptados.

Foram aulas bem diferentes, o trabalho em equipe foi fundamental para a prática dos dois esportes vivenciados, futsal para cegos e voleibol sentado/adaptado.

Abaixo estão algumas fotos de nossas aulas.

 

Profª Natália.

“A FAMOSA INVASÃO DOS URSOS NA SICÍLIA”: ANÁLISE E DEBATE DA OBRA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA E FILOSOFIA

13 de Junho de 2018

Neste trimestre, nas aulas de Língua Portuguesa, a turma do 6º ano leu a obra “A Famosa Invasão dos Ursos na Sicília”, do autor italiano Dino Buzzati. O livro – único do autor destinado ao público infantojuvenil – é uma fábula e conta a história de Leôncio, rei dos ursos, que decide invadir a região da Sicília para resgatar seu filho Tônio, sequestrado por caçadores a mando do seu inimigo Grão-Duque de Ambrósio.

Durante duas semanas, a Professora Angélica, de Língua Portuguesa, orientou a leitura e conduziu discussões sobre a obra em questão em sala de aula, abordando os aspectos gerais do livro como o tipo de narrativa, as características de cada personagem, o enredo da narrativa e sua relação com as gravuras e as reflexões levantadas pelo autor.

“A Famosa Invasão dos Ursos na Sicília”, com seus lindos desenhos feitos pelo próprio escritor, soa, à primeira vista, como um ingênuo livro destinado às crianças e adolescentes. Entretanto, a cada página, envolve-nos em grandes reflexões sobre temas que foram – e são – objetos de estudo da Filosofia como a conduta e vaidade humana diante do poder, o valor da amizade, a relação entre a humanidade e a natureza, o conceito de viver bem e do bem coletivo.

Logo, nas aulas de Filosofia e Língua Portuguesa, debatemos as inspirações do autor, analisamos as ilustrações (ricas em cores e detalhes), objetivos da obra e reflexões que nos apresenta. Para finalizar, todos os alunos tiveram que elaborar sua própria história em quadrinhos baseada em um dos capítulos do livro e apresentar para a turma.

 

Prof.ª Carina Martins

Filosofia

Arte no Ensino Fundamental I

23 de Maio de 2018

Desde pequenas, as crianças expressam suas emoções e sentimentos também por meio da arte, como pintura, música, dança, peças teatrais, poesias, esculturas, entre outras formas de manifestações artísticas.

A proposta do ensino de arte no ensino fundamental é fazer com que as crianças possam compreender as diferentes formas dessas representações e experiências estéticas, fazendo com que elas se relacionam com os objetos artísticos por meio da apreciação (observar, sentir e refletir). Neste sentido nós propiciamos oportunidades para que as crianças se divirtam e aprendam.

Uma das atividades realizadas pelos alunos do 3º ano, foi baseada na obra “Túnel” (um tecido de 50 metros de extensão para as pessoas passarem por ele) da artista plástica Lygia Clark, que explora as sensações e percepções humanas com interação de objetos do cotidiano ou nas experiências relacionadas ao corpo. A proposta consiste na criação de diferentes posições corporais envolto à um tecido em forma de túnel com aproximadamente 7 metros de comprimento e estreito, passando apenas um de cada vez. As crianças foram organizadas em fila no início do túnel e teriam que chegar até o outro lado, elas ficaram muito ansiosas e ao saírem já começaram a relatar várias sensações, ao final da atividade fizemos uma roda de conversa, sobre o que sentiram quando estavam lá dentro, como se movimentaram e o que passou pela cabeça deles.

As respostas foram quase as mesmas, que queriam chegar logo ao fim do túnel, pois, quando estavam esperando a sua vez do lado de fora acharam que o tecido era muito curto, mas quando estavam do lado de dentro acharam muito comprido e parecia que nunca iriam conseguir chegar ao final. A maioria criou uma estratégia para conseguir passar rapidamente e chegar logo, foram rastejando, assim conseguiram controlar a respiração, não entraram em desespero e ainda quiseram ir de novo e todos se divertiram bastante.

Compartilhando Arte

16 de Maio de 2018
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais no que diz respeito a Arte:
“Arte tem uma função tão importante quanto a dos outros conhecimentos no processo de ensino e aprendizagem.  A educação em arte propicia o desenvolvimento do pensamento artístico e da percepção estética, que caracterizam um modo próprio de ordenar e dar sentido à experiência humana: o aluno desenvolve sua sensibilidade, percepção e imaginação, tanto ao realizar formas artísticas quanto na ação de apreciar e conhecer as formas produzidas por ele e pelos colegas, pela natureza e nas diferentes culturas.”
Nós, Equipe Pedagógica do Colégio Interativo, acreditamos em uma prática pedagógica ativa, onde os alunos possam desenvolver regularmente suas capacidades de se expressarem através de rodas de conversas, textos, atividades e, claro, com Arte!
O Projeto Compartilhando Arte, teve início com uma redação individual, cujo tema foi “O que é Arte?”. Os alunos puderam dissertar sobre as suas impressões e ideias do que a Arte significava pra eles.
Em seguida, as redações foram trocadas, uma sala leu e comentou sobre as redações dos colegas. Além de avolumar ainda mais a visão de cada um sobre o tema, isso também ajudou a desenvolver o respeito com opiniões opostas.
Para encerrar esse projeto tivemos o prazer de receber em nossa escola três artistas que conversaram com os alunos sobre suas experiências com a Arte. Além de responderem perguntas sobre “Como é ser artista no Brasil”.
Idealizadora do Projeto:Victoria Di Paula- Professora, produtora e atriz.
Artistas convidados: Yago Micall – Ator, diretor, bailarino e cantor.
Yago Goya – Produtor, pintor e estilista.
Thayanni Almeida – Dançarina e professora.
Não podemos mensurar a valia de trabalharmos Arte com as nossas crianças!
Abraços,
Natalia Almeida
Coordenadora Pedagógica.

Oficina de Convívio

11 de Maio de 2018

A escola é um universo social diferente do familiar, favorecendo, assim, novas interações, ampliando desta maneira os conhecimentos a respeito de si e dos outros.

Em uma oficina de convívio, preparamos atividades diferenciadas e juntamos as turmas do Baby e 1° ano do Fundamental I.

Convidamos essas turmas a escolherem uma entre três atividades, sem saberem qual professora iria orientá-los.

Essa é uma das formas para que as crianças aprendam a fazer suas escolhas, desenvolvendo autonomia e convívio social com amigos diferentes do que estão no dia a dia em sala de aula. Além disso, essa proposta estimula a criança a entender regras de convivência em grupos diversificados.

Realizamos as seguintes oficinas: massinha com farinha de trigo, personagens com rolinhos de papel e horticultura.

Nas oficinas de massinha e personagens, os alunos se divertiram bastante e de uma forma prática exploraram diversos tipos de materiais que desenvolvem a coordenação motora fina, estimulam os sentidos de tato, olfato e visão, e também o fazer artístico, em que aprendem a respeitar a sua produção e a dos demais colegas.

Na prática de horticultura, as crianças expandem a vivência e o contato com o ambiente natural, proporcionando também a descoberta de técnicas de plantio, manejo do solo e responsabilidade de cuidar do que foi plantado.

 

Professora Renata

 

Vivenciando Arte!

8 de Maio de 2018

Vivemos em um mundo em que cada vez mais os nossos jovens estão se conectando a aparelhos e esquecendo as simplicidades que a vida nos oferece. Isso reflete diretamente em suas vidas, principalmente a escolar. Perdemos a noção do tato, do fazer, do pensar, já que as informações estão cada vez mais rápidas.

Com linhas de pensamento voltadas para o fazer, as aulas de artes do Colégio Interativo sempre tendem a colocar os alunos na prática artística, no fazer arte. Umas dessas atividades é a pintura da sala de artes feita todo ano com os alunos do 8° ano. No início do ano letivo, os alunos recebem a sala em branco, para que juntamente com o professor façam suas obras.

Esse ano o tema foi graf. Foram feitas pesquisas sobre o assunto, para que os alunos compreendessem melhor esse estilo e os diferenciassem de práticas ilegais, como a pichação. Os alunos foram divididos por grupos e cada um ficou responsável de falar de um artista desse seguimento. Como forma de exaltar os talentos nacionais e incentivá-los, todos os artistas são brasileiros.

Ao final das pesquisas cada grupo criou uma releitura de um graffiti escolhido, que serão passados para as paredes brancas da sala de artes. Sob minha orientação os alunos estão desenvolvendo seus trabalhos da melhor maneira possível, sempre empolgados e pensando em equipe.

O intuito é valorizar nossos alunos e mostrá-los o potencial que juntos podem ter, e que a arte está em todos os lugares, basta senti-la!

 

 

Professora Victória

Caixa Surpresa dos Sentidos

20 de Abril de 2018

A turma do 2º ano teve a oportunidade de aprender quantas coisas diferentes nosso corpo é capaz de fazer.

Podemos perceber o ambiente vendo, ouvindo, cheirando, apalpando e sentindo sabores, ou seja, de várias maneiras. Desta forma foi proposta atividades, as quais as crianças puderam associar o que sentem com seus órgãos dos sentidos.

Esta vivência foi desenvolvida de forma lúdica, para ajudar a aprimorar o conhecimento sobre as sensações.

Para descobrirem a sensação ao toque das mãos foi disponibilizada uma caixa contendo alguns objetos com texturas, formas, espessuras e tamanhos diversos, a garotada explorou a curiosidade colocando a mãozinha dentro da caixa com o objetivo de tentar descobrir o que estavam apalpando.

Receberam uma folha avulsa para escreverem / ou desenharem seus palpites. Após todos participarem, a professora expôs aos alunos o que havia dentro da Caixa Surpresa dos Sentidos, assim todos puderam conferir se o palpite estava correto.

Como tato e olfato, muitas vezes, trabalham juntos foi desenvolvida também uma atividade voltada para o sentido do olfato, com essa proposta as crianças fizeram várias descobertas, percebendo que por meio dele sentimos cheiros agradáveis e desagradáveis.

 

Relações Ecológicas

13 de Abril de 2018

No meio ambiente, os animais, as plantas e os fatores abióticos (não vivos) como a água, os gases (oxigênio, ozônio, etc.) e os sais, relacionam-se entre si. A estas relações chamamos de Relações Ecológicas.

6º-ano-ciências-cadeia-e-teia-alimentar-29

Estudá-las é como juntar peças de um grande quebra-cabeça, afim de compreender o complexo meio ambiente. Durante este processo é possível entendermos as relações que os organismos têm entre si e com os fatores abióticos, é possível notarmos também os ciclos (da água, de gases; como oxigênio e carbônico e da energia) e principalmente é possível percebermos que somos parte deste meio ambiente.

As Relações Ecológicas foram abordadas através de textos, explicações, exemplos e até mesmo experiências, porém para ajudar a juntar as peças deste grande quebra-cabeça os recursos audiovisuais desempenharam um papel fundamental.

Os recursos audiovisuais são veículos de comunicação que usam imagem e som e vêm ganhando destaque em pesquisas no intuito de serem usados para o ensino de Ciências, pois são capazes de facilitar o processo de ensino e aprendizagem e também podem ser usados para que os educandos tenham uma visão mais interdisciplinar das situações, desta maneira desenvolvendo pessoas autônomas para questionarem e tomarem decisões levando em conta diversos fatores de diversas áreas.

Além de prender a atenção, apresentar situações complexas e descrever funcionamentos, o recurso audiovisual torna possível levar o aluno a conhecer ambientes diferenciados, despertar a imaginação e o interesse pelo tema abordado e gerar nele sensações, motivações e demonstrações, para que o mesmo seja sensibilizado.

 

Professor Leandro